Voltei um pouco aqui no Blog e decidi compartilhar mais conteúdos nele. Vou começar compartilhando um texto que surgiu em uma conversa de um grupo do Whatsapp. Um dos 25 milhões. Aliás, tem muita gente presa a esse aplicativo hoje em dia, né? Não importa. Contanto que exista amor entre as pessoas, os meios são o de menos. Voltando ao texto, é um comentário sobre o filme O Melhor de Mim, do Nicholas Sparks.
A questão toda surgiu quando eu pedi no grupo Crítica da Mídia - grupo que troca de nome constantemente - a indicação de um filme pra eu chorar. Isso mesmo. Tem dia que a gente quer ver filme pra sorrir, outro pra sentir medo, e outro que queremos um filme pra chorar. Então uma amiga indicou esse romance, já ressaltando que é meloso, como eu pedi, mas talvez não me fizesse chorar. Baixei o filme e o assisti. Assim que terminei compartilhei minha experiência estética com meus amigos. Eis o resultado, haha.
Olha, gente, respondendo a pergunta que não quer calar: será que Arlan, o bonito e jovem sentimental estudante de jornalismo da Ufma chorou ao ver O Melhor de Mim?
Bom, gente, o meu nome é Arlan e eu tenho 19 anos. O filme O Melhor de Mim muitas vezes subestima a capacidade do público de associação de situações, tornando-as óbvias e, por sua vez, irritantes. O filme não emociona como romance e não surpreende como drama. Por vezes, também não convence com as atuações.
Apesar disso, o filme cativa o público por outros vieses, como o figurino, a fotografia e os próprios personagens, que são muito bonitos. Lembra muito a fotografia de contos de fadas, podendo ter sido essa a intenção, visto que é um romance bem piegas (nem tudo que é piegas é ruim. No caso específico desse filme, não foi).
Sendo assim, agradeço a indicação aos amis [Marcele]. O filme ficou na média, mais pra bom. Infelizmente, não me fez chorar.
Atenciosamente, Arlan, o Bonito [Grifo meu, mesmo].
Então, gente. Vocês já viram esse filme? Eu indico ele para aqueles momentos em que se está muito sentimental. Talvez essa postagem não tenha sido só pra falar do filme. Talvez tenha sido somente pra compartilhar com mais pessoas as experiências vividas em um grupo formado por estudantes de Jornalismo da Ufma, que mesmo com a presença de um professor, comenta, critica, questiona, rotula, tira sarro e irozina os mais diversos assuntos [e pessoas]. Como eu falava, "tem muita gente presa a esse aplicativo hoje em dia, né? Não importa. Contanto que exista amor entre as pessoas, os meios são o de menos". E esse é o caso dos grupos que eu participo no Whatsapp.
Esse é o trailer do filme que eu assisti <3
E esse é o livro que eu quero [e vou] comprar.
É isso, meus queridos. Até a próxima postagem. =]]
